Ficha Técnica e Análise
O Tascam - model 24 - consoles é bom? Vale a pena?
Muitos usuários perguntam se o Tascam - model 24 - consoles vale a pena. Baseado em nossa análise de histórico de preços e ficha técnica, este produto é uma opção popular na categoria Consoles. Verifique os pontos positivos e negativos abaixo para tomar sua decisão.
Análise do produto Tascam - model 24 - consoles
Tascam Model 24 — Console Híbrido para Estúdio e Ao Vivo
Se você busca um mixer-analógico que also funcione como interface de áudio robusta e centro de produção para o seu home studio ou projetos ao vivo, o Tascam Model 24 chama atenção pela sua proposta “faz-tudo”. Ele combina o conforto tátil de faders e knobs com conectividade USB moderna, pré-amps decentes e um design pensado para fluxo de trabalho musical real.
Em uma frase: o Model 24 é um console híbrido com 24 canais, 22 entradas e 4 retornos de subgrupo, USB 22×4, gravação multitrack, embutir/extrair via USB, seção de controle para DAW, efeitos internos (reverb/coro), medidores LED confiáveis e cukupa do Tascam Studio Series para PC/Mac/iOS/Android.
O que mais importa: principais recursos
- 24 canais mono/estéreo com pré-amps Tascam, EQ de 3 bandas (paramétrico no mid) e filtros passa-altas nos canais 1–8.
- Subgrupos e buses: 4 subgrupos estéreo/dual mono, Mix A/B, Mon 1/2 e FX para distribuição flexível do sinal.
- Interface de áudio: 22×4 via USB-B para gravação/edição direta em DAWs; suporta gravação simultânea e reprodução estéreo.
- Controle de DAW: transportar e ajuste de faders/pan dedicados via USB para integração com seu sequenciador.
- Processamento interno: Reverb e Coro (com envio por bus) e talkback integrado.
- Conectividade: XLR com alimentação fantasma, TRS balanceados, inserção nos canais 1–8, saídas principais XLR e TRS, saídas de subgrupos, Control Room, Phones, MIDI DIN I/O e USB-B.
- Construção e consumo: chassi resistente, solução ideal para uso doméstico/mobile; consumo típico de cerca de 35 W (varia com uso dos LEDs/monitores).
Construção e layout
O design é direto: as seções de equalização, envíanos e processamento ficam bem à mão, e a organização por buses facilita criar mesas de mix claras, mesmo em projetos complexos. Os medidores LED são suficientemente responsivos para mix em tempo real, e o talkback é útil tanto em estúdio quanto em ensaios.
Para quem liga guitarra/bajo, os TRS nos canais 1–8 e as conexões diretas de nível de linha cobrem a maioria dos casos. A seção USB e a comunicação com o DAW são estáveis para sessões curtas e longas, sem enrolações.
Fluxo de trabalho
O Model 24 brilha quando você quer rastrear ao vivo e manter a sensação de “mesa analógica” sem abrir mão da gravação multitrack. É possível direcionar canais para os subgrupos, usar o Mix A/B para monitorização ou gravação em duas mesas, e fazer embutir/extrair via USB sem complicar o roteamento.
Para podcasts e streams, a flexibilidade dos 4 subgrupos e a saída Control Room tornam mais fácil separar músicos, convidados e retorno de programa. Se você precisa de gravadores móveis separados, a topologia permite que, ao mesmo tempo, a mesaoke a gravação USB de um evento ao vivo sem perder controle.
Som e pré-amps
Os pré-amps entregam ganho suficiente com um caractère claro e controlado. Em vozes e instrumentos, a resposta é linear e confiável, permitindo enriquecer o som antes mesmo de ir para o DAW. O mid paramétrico nos canais 1–8 ajuda a resolver problemas comuns, enquanto a característica geral do console favorece mixagens transparentes.
Para quem é
- Produtores musicais que querem mesa analógica + interface confiável sem gastar fortunas.
- Podcasts, streams e conteúdo multimídia que exigem flexibilidade e controle de subgrupos.
- Bandas e artistas que ensaiam/gravam e precisam de um hub central de sinal.
Contras e observações
- Os efeitos internos são básicos e melhores como “toques” ou retorno de voz do que processamento principal.
- O EQ dos canais 9–24 é de 3 bandas fixas (sem mid paramétrico).
- A documentação pode deixar dúvidas em cenários de roteamento muito específicos; vale revisar o manual para multitrack completo em todos os modos.
Comparação rápida com opções próximas
- Zoom LiveTrak L-24: mais portável e com gravador SD integrado; menos maturidade de construção analógica.
- Behringer X32 Rack: gerenciamento digital profundo e mais DSP; curva de aprendizado maior e foco mais digital.
- Soundcraft Ui24R: controle remoto wireless e acessibilidade de preço; depende de rede e UX mais “app-first”.
- Mackie ProFXv3 30/24: interface 2×2 e comprimido por canal; ótimo para performance ao vivo e doméstico.
Prós
- Setup híbrido que combina mesa analógica com gravação USB multitrack.
- 4 subgrupos estéreo/dual mono, inserções nos canais 1–8 e saída Control Room bem implementadas.
- Controle de DAW útil para transporte e ajustes de fader/pan.
- Compatibilidade com o Tascam Studio Series drivers e suporte a PC/Mac/iOS/Android.
- Construção sólida para uso frequente.
Contras
- Efeitos internos limitados ao básico (reverb/coro).
- EQ menos flexível nos canais 9–24.
- Em cenários de roteamento extensos, pode ser necessário revisar as configurações com calma.
Veredito
O Tascam Model 24 entrega exatamente o que promete: um console híbrido que simplifica a vida de quem quer gravar, misturar e tocar com controle manual e confiabilidade técnica. Se você valoriza o tato dos faders, a praticidade dos subgrupos e a robustez de uma interface 22×4, este é um candidato forte para o coração do seu setup.
Vale a pena se você busca versatilidade de estúdio + ao vivo sem complicar o workflow — e aceita um EQ “bom o bastante” e efeitos básicos em troca de um preço justo e integração USB estável. Para projetos que exigem processamento pesado, complemente no DAW; para fluxos que pedem mesa analógica e controle central, o Model 24 vai ser exatamente o que você queria à mesa.

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